De que habilidades você precisa para o futuro?

Uma das questões mais polêmicas nos últimos anos é o futuro, ou até, o fim dos empregos. Chovem estatísticas sobre profissões que deixarão de existir nos próximos anos, aumento do desemprego em diversos países, ocupações que serão substituídas por máquinas e softwares, entre outras coisas preocupantes.

Nisso tudo, você deve se perguntar: o que precisarei para continuar trabalhando no futuro? Quais habilidades terei que aprender para não perder o emprego para um robô? Acredito que inevitavelmente a maioria ou todos os trabalhos repetitivos serão automatizados, o que me levou a duas habilidades que serão fundamentais para o futuro. (mais…)

15 aplicativos que me dão super poderes

15 aplicativos que me dão super poderes

Os meus super-heróis favoritos são o Batman e o Homem de Ferro. Eles não tem super poderes, não foram transformados pela radiação e nem vieram de outros planetas, mas são super poderosos mesmo assim. Basicamente, como eu me sinto com alguns aplicativos que uso diariamente. Exagero? Veremos!

Fiz uma lista de 15 que são quase super poderes feitos com programação. Desde gestão de tarefas até umas “bruxarias” com emails. Teste um de cada vez. Tentar adotar todos ao mesmo tempo é um pouco de loucura. Não adianta ter um montão de aplicativos e não usar nenhum direito.

1.Trello

Eu gosto muito (sou fã até) do Trello para fazer gestão de processos de uma maneira simples. Faço a gestão de conteúdos do meu blog e do Dance Cast nele e, além disso, uso no meu trabalho 8h-18h para acompanhar as atividades da minha equipe, organizar o funil de parcerias estratégicas, entre outros processos. O uso desse aplicativo vai muito além disso, existem pessoas que o usam até para organizar casamentos. (mais…)

4 grandes lições de negócios que tirei da dança

4 grandes lições de negócios que tirei da dança

Acredite ou não, já dancei. Isso foi há uns poucos anos e cheguei até a participar de festivais. Entrei em um grupo, fiz bastante aula, ensaiei pra caramba, tudo certinho como manda o figurino (ba dum tiss). Não era ballet, jazz e nem dança de salão. O meu negócio eram as danças urbanas que alguns chamam de dança de rua, mas não entraremos nessa treta agora…

A dança me ajudou a ser uma pessoa mais tranquila, mais empática e menos trator. O povo das artes é diferente do povo dos negócios, do povo das startups. Um precisa do outro e a junção pode gerar, quem sabe, alguns stevejobs.

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